domingo, 26 de abril de 2015

Rosas e Espinhos

 

Arranca-se a rosa, e com ela, os espinhos. Na vida tudo, ou quase tudo podem ser rosas e ou espinhos e, em grande parte isso só depende de nós, Porém qualquer rosa tem espinhos. Se não tiver espinhos, não é rosa. Porque não há rosas sem espinhos, a não ser que alguém os corte. E, às vezes, la por sorte, até há quem nos corte os espinhos às rosas. Mas como as rosas, quem por algum motivo nos corta os espinhos umas tantas vezes, não dura para sempre. E, na vida, as rosas não duram para sempre e têm espinhos. Se não tiverem espinhos, não são rosas. Podem ser se quisermos outra flor qualquer, mas isso, só depende de nós, que, tal como quem, por simpatia ou outra coisa qualquer nos corta os espinhos às rosas, não duramos para sempre.

Mergulhar num mar de rosas, é cair num mar de espinhos, porque os espinhos são para a rosa, o mesmo que a defesa é para o coração – uma armadura que ora protege, ora magoa, de uma forma tão indefinível, como indefinível é o amor.

 

 

*

 

1 comentário:

  1. Anónimo17:07:00

    Tás melhor na prosa, gostei!

    1 abraço

    Rui

    ResponderEliminar

Partilha comigo a tua teoria.